Memória
Ah, memória,
tão amiga quão infame!
Por que insistes em vasculhar
esses depósitos de flores exangues?
Sacia-te a dor do poema?
Alivia-te a música do pranto?
Ah, memória,
bailarina de risos e desencantos!
Às vezes lua tranquila.
Às vezes escuro manto...
Ah, memória,
tão amiga quão infame!
Por que insistes em vasculhar
esses depósitos de flores exangues?
Sacia-te a dor do poema?
Alivia-te a música do pranto?
Ah, memória,
bailarina de risos e desencantos!
Às vezes lua tranquila.
Às vezes escuro manto...
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